Beleza sempre antiga e sempre nova!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

"Tempo, tempo, tempo, tempo...
Compositor de destinos."

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(Oração ao tempo - Caetano Veloso)
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terça-feira, 8 de maio de 2012


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No silêncio uma catedral, um templo em mim.

No silêncio uma catedral, um templo em mim.

"Tarde te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova,
tarde demais eu te amei!
Eis que estavas dentro de mim,
e eu lá fora, a te procurar!
Eu, disforme, lançava-me às belas formas das tuas criaturas.
Estavas comigo, e eu não estava contigo.
Retinham-me longe de ti as tuas criaturas,
que não existiriam se em ti não existissem.
Tu me chamaste,
e teu grito rompeu minha surdez.
Brilhaste,
e o esplendor de tua luz afugentou minha cegueira.
Exalaste teu perfume,
e respirando-o, suspirei por ti.
Eu te saboreei,
e agora tenho fome e sede de ti.
Tú me tocaste,
e agora estou ardendo no desejo de tua paz."
(Sto Agostinho -Conf. X, 27,38)

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Vós sois a luz do mundo!

Crux Sacra Sit Mihi Lux Non Draco Sit Mihi Dux Vade Retro Satana Nunquam Suade Mihi Vana Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas

L' essentiel est invisible pour les yeux

"Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei."

"Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei."




"Para interrogá-los eu os contemplava, e sua resposta era a sua beleza."

"Para interrogá-los eu os contemplava, e sua resposta era a sua beleza."


"Deus, a quem ousamos chamar de Pai, dai-nos cada vez mais um coração de filhos."

"...O menino...não conhecia o mar.
O pai, levou-o para que descobrisse o mar.
Viajaram para o Sul.
Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.
Quando o menino e o pai alcançaram enfim aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.
E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:
- "Me ajuda a olhar!"
( E. Galeno - "Livro dos Abraços")




“Ora, é impossível pôr toda a água do mar nesse pequeno buraco na areia”, disse Agostinho, sorrindo, à criança.

“É exatamente o que está tentando ao buscar compreender Deus”, respondeu docemente a criança.






"Junto aos rios da Babilônia
nos sentávamos chorando
com saudades de Sião

nos salgueiros que ali estavam
penduramos nossas harpas

Lá, os que nos exilaram
pediam canções...

como havemos de cantar
os cantares do Senhor em terra estrangeira?"



"Minha terra tem a lua e tem estrelas,e sempre terá..."

"Minha terra tem a lua e tem estrelas,e sempre terá..."

"Nós nascemos,
por assim dizer, provisoriamente, em algum lugar;
pouco a pouco é que compomos,
em nós, o lugar de nossa origem,
para lá nascer mais tarde e a cada dia, mais definitivamente".

(Rilke)



"Cheio de Deus, não temo o que virá,
pois, venha o que vier, nunca será
maior do que a minha alma."

(F. Pessoa)

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"Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda, assim pude trazer você de volta pra mim."

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